Perguntas Frequentes
Veja abaixo as perguntas e respostas mais freqüentes sobre a Circovirose e a Suvaxyn PCV2 – Mestre Suvax responde.
Perguntas sobre manejo da vacina
Não, pois pode não haver boa homogeneização e não há estudos sobre a compatibilidade dos produtos. Os produtos associados comercialmente já são desenvolvidos para esse uso e vários testes são realizados para suportar a utilização conjunta.
Temperatura de 2 a 8º C em geladeira. Evitar porta da geladeira e nunca congelar.
Descartar as vacinas, pois o congelamento pode danificar o produto.
Não, ela deve ser descartada, pois os testes suportam o uso até a data de vencimento.
Não, uma vez aberto o frasco, existe o risco de contaminação, pois existem pequenas partículas de poeira no ar que podem carrear patógenos.
Protegido do calor e da luz solar direta. Uma boa opção é a caixa de isopor com gelo.
Recomenda-se a agulha de 15x10 ou 15x12.
Possui apresentação de 50 doses, a dose recomendada é de 2 ml, IM, uma única vez.
Perguntas sobre a vacinação
Sim, apenas evitar o mesmo local de aplicação.
Em bula, o produto tem indicação para suínos com 28 dias de idade ou mais velhos.
Consulte a equipe técnica Fort Dodge para programas de vacinação alternativos.
Nossas informações de bula indicam o uso em animais de 04 semanas de idade ou mais. Entretanto veterinários dos EUA têm visto diminuição da mortalidade, diminuição do número de casos de mumificação e nascidos mortos em porcas vacinadas.
Não, apesar do Circovirus agravar as demais enfermidades, a vacina não previne a infecção por outros agentes.
O uso de Suvaxyn PCV2 em plantéis expostos ao desafio por Circovírus, que é um agente imunossupressor, pode contribuir com a diminuição da severidade de outras enfermidades associadas a Circovírose.
Deve ser administrada a dose total e única, recomendada no rótulo, 2ml por suíno. Observações de campo nos Estados Unidos indicam que a utilização de meia dose pode não trazer o benefício esperado do produto, sendo um risco elevado de insucesso.
Sim, a Suvaxyn PCV2 é comprovadamente eficaz na prevenção da viremia e das perdas técnicas e econômicas associadas ao Circovirus. Suvaxyn PCV2 atende as mais exigentes normas de segurança e qualidade, sendo comprovadamente eficaz contra os desafios pelo PCV2.
Neste caso, recomenda-se consultar um dos técnicos da Fort Dodge para adequar o esquema de vacinação ao desafio da granja.
Nenhum, além de ser um produto inativado (morto), existem uma serie de testes de segurança que comprovam a inocuidade do produto. Não existe risco de conter vírus vivo, tampouco contaminação por outro agente.
As vacinas para porcas buscam a proteção materna para a leitegada, sendo importantes para prevenção das doenças em animais jovens (primeiros dias de vida).
Já as vacinas para leitões irão proteger o animal por um período mais longo sendo indicadas para enfermidades que ocorrem também durante as fases de crescimento e terminação como ocorre na Circovirose.
Não, além de não controlar a doença, os animais não vacinados serão fontes de infecção e disseminação para os demais. Em outras palavras, a redução da eliminação no ambiente é obtida com o uso sucessivo da vacina e outros programas de controle. Animais não vacinados não irão permitir essa redução, pois estarão continuamente eliminando o agente.
A vacina irá melhorar a situação se o diagnóstico for de Circovirose. Contudo, quando outras medidas de controle forem contempladas, os resultados serão melhores. O manejo com os animais, a biosseguridade, aspectos nutricionais e o controle outras enfermidades devem ser trabalhados conjuntamente.
A indicação da Suvaxyn PCV2 para uso em leitões busca a proteção dos animais, a partir da fase de creche. Para granjas, onde o desafio pelo PCV2 é mais tardio, a vacinação de animais mais velhos terá bons resultados. Portanto, o conhecimento da situação é importante para suportar programas alternativos.
Existem vários fatores que podem influenciar o sucesso da vacinação, entre eles podemos levantar as seguintes questões:
- o programa está adequado ao desafio da granja?
- o diagnóstico do agente causador dos problemas é mesmo de circovírus ou existe algum outro fator presente?
- como está o processo de vacinação?
- como está o processo de armazenagem?
- como está a qualidade da matéria-prima?
Além dos sinais, eficácia de uma vacina deve ser avaliada também com base em outros parâmetros como outros indicadores zootécnicos e a viremia, que quantifica a presença do vírus no organismo dos animais.
Sim, se eles forem oriundos de outras granjas devem ser vacinadas no momento do alojamento.
Sim, informações da Embrapa suportam o Circovírus brasileiro é similar ao americano. Outros trabalhos mostram que a Suvaxyn PCV2 tem boa proteção cruzada contra variantes de outros países.
A resposta é bastante variável, mas em todas as situações de desafio, o custo/benefício foi positivo. Vale ressaltar que vários parâmetros zootécnicos são prejudicados pela Circovirose.
Uma boa avaliação pode ser obtida considerando parâmetros como:
- Refugagem
- Conversão Alimentar
- Despesas com medicamentos
- Mortalidade
- Ganho de Peso diário
Foram muitos anos de pesquisa para se obter uma vacina com tecnologia avançada com excelente proteção e não ter nenhum efeito adverso. Os investimentos em controle de qualidade garantem que a Suvaxyn PCV2 é um produto extremamente seguro para os animais, para o homem e para o meio ambiente.
Existe uma norma do USDA americano que padroniza esse período. Não existe uma normativa brasileira e por isso utilizamos a recomendação dos Estados Unidos.
